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Variações no comportamento sexual
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Dois Exemplos: 1. Feticismo
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Um caso histórico em questão - Atar os pés
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Estatueta erotica chinesa uma escultura de jade, datada de seculo XV AD , mostra claramente os pés pontiagudos produzido pela pratica do atar os pés. Courtesy China Sex Museum, Tongli
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Aqui apresentamos um interessante caso de um costume chinês, que já foi popular, de ligar os pés das mulheres: começava bem cedo no inicio da infancia, oa pés da rapariga eram embrulhados em ligaduras bem apertadas, que não permitiam o crescimento normal do pé. Este procedimento doloroso continuava durante anos e resultava em tipicos pés pequenos e deformados em mulheres adultas chinesas. Primeiramente reportada como uma prática já existente na Dinastia Song (960-1279 A. D.), teve a sua origem nas classes mais altas e, ao longo dos seculos, também foi adotado pelas classes médias e baixas. Portanto, de um raro fenómeno, tornou-se um costume quase universal que afetou virtualmente todas as jovens raparigas na China. Na disnastia Quing (1636-1911), o “ligar de pés” tornou-se tao abrangente e tao severamente seguido que a vasta maioria de mulheres chinesas tornaram-se aleijadas e mal conseguiam andar. Finalmente, após mais de 1000 anos, com o fim da monarquia e a chegada do primeiro governo republican em 1911, a prática foi banida como barbara. As razoes para o “footbinding” pode ser sumariado da seguinte forma: |
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Anormalmente pequenos pés femininos eram
1. Um simbolo de status Os pés aleijados das senhoras aristrocratas demonstravam o seu alto nivel social e o facto de que nao necessitavam de trabalhar.
2. Uma marca de opressão Uma mulher com pés deformados não podia andar muito e assim não podiam “fugir”. Em vez disso, eram confinadas à casa e restritas à esfera doméstica. Isso também garantia a obediência aos seus maridos.
3. Objetos de desjo sexual as mulheres aleijadas eram consideradas eroticamente atrativas e aumentavam as hipoteses de uma rapariga no mercado do casamento. Na verdade, muitas raparigas eram vendidas a homens ricos, como noivas ou concubinas, que pagavam fortunas aos seus pais.
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O último ponto é interessante para o sexologos, pois parece indicar um alargado fetichismo masculino culturalmente alimentado.
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