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Comportamento Sexual Proibido e Violência Sexual
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Violência Sexual: Mutilação dos órgãos sexuais femininos: Prevenção: Estratégias
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As várias agências governamentais e organizações não-governamentais que condenaram oficialmente mutilações sexuais sabem, naturalmente, que as suas declarações devem ser seguidas por ações concretas. Elas também aprenderam que pouco pode ser feito sem a cooperação voluntária das comunidades envolvidas. Em muitos casos, grandes mudanças sociais terão de ser provocadas, e estes podem ocorrer apenas se toda a gente vir vantagens. A campanha para acabar com as mutilações tradicionais deve combinar a reforma legal, com a educação, e ambos devem ser suportados pelas autoridades religiosas e outros líderes da comunidade.
CARE Internacional Esta organização bem conhecida por lutar contra a pobreza global também tentou acabar com a mutilação genital feminina. Em 2006, o presidente da CARE pediu aos cidadãos de todo o mundo a assinar uma petição que acabasse com isso. No entanto, ao mesmo tempo, tambem enfatizou que, ultimamente, este objetivo apenas pode ser atingido através de diálogo respeitoso com a comunidade:
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“A nossa abordagem inclui: - Educar os principais líderes comunitários, líderes religiosos e anciãos da aldeia, - iniciar um diálogo com a comunidade e realizar debates públicos, - apoio à mudança individual em famílias para abandonarem a prática.”
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Assim, a CARE, com base na sua longa experiência, aponta o caminho em direção a uma solução prática. Para detalhes, clique aqui.
UNICEF No mesmo espirito, a UNICEF publicou um guia prático em como atingir o mesmo objetivo: “Mudar uma convenção social Nociva: Mutilação/Corte Genital Feminina.” Este guia tambem se concentra na ação comunitária. Propõe a criação de “um ambiente propício para a mudança”. Enfatiza que
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- Diálogo e discussões que não julguem, - ritos de passage alternativos (cerimonias de iniciação), - oportunidades alternativas de emprego para os excisores, e - trabalhar com populações migrantes em paises industrializados.
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Para o texto completo, clique aqui.
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